COMÉRCIO ILEGAL

Força Tática apreende mais de 2 mil cigarros eletrônicos e fecha centro de distribuição em Rondonópolis

Prejuízo estimado ao comércio ilícito ultrapassa R$ 300 mil; três pessoas foram presas e encaminhadas à Polícia Federal
Reprodução

Uma ação da Força Tática da Polícia Militar resultou na apreensão de 2.131 cigarros eletrônicos e na desarticulação de um suposto centro de armazenamento e distribuição dos produtos no bairro Moradas do Parati, em Rondonópolis. A ocorrência foi registrada na noite de terça-feira (09).

De acordo com a Polícia Militar, equipes realizavam patrulhamento tático pela região quando identificaram um homem em atitude suspeita em frente a uma residência. Segundo os policiais, já havia informações preliminares relacionando o suspeito a possíveis atividades criminosas.

Ao perceber a aproximação da viatura, o homem correu para o interior do imóvel. Diante da atitude, os policiais realizaram a abordagem e, ainda da área externa da residência, visualizaram diversas caixas contendo grande quantidade de produtos com características de cigarros eletrônicos.

Durante a ação, três pessoas, com idades de 21, 22 e 27 anos, foram localizadas no imóvel. Além dos dispositivos eletrônicos, os policiais apreenderam um notebook e uma máquina de cartão de crédito, que podem ter sido utilizados na comercialização dos produtos.

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Em entrevista aos policiais, os suspeitos informaram que trabalhavam em um estabelecimento e que realizavam entregas dos produtos. No entanto, eles se recusaram a informar quem seria o responsável pelo empreendimento ou o proprietário da residência.

Segundo a Força Tática, a equipe conseguiu identificar os responsáveis e, considerando a possível prática de crimes de competência federal, os três suspeitos receberam voz de prisão. Eles foram encaminhados, juntamente com todo o material apreendido, para a Delegacia da Polícia Federal em Rondonópolis.

A Polícia Militar estima que a apreensão tenha causado um prejuízo superior a R$ 300 mil ao comércio ilegal de cigarros eletrônicos na região sul de Mato Grosso.

O caso será investigado pela Polícia Federal.

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