Mercado do boi gordo hoje: arroba segue estável em São Paulo e frigoríficos mantêm escalas confortáveis

Boi gordo mantém estabilidade em São Paulo com mercado equilibrado

O mercado físico do boi gordo segue operando com estabilidade em São Paulo nesta quinta-feira, refletindo um ambiente de equilíbrio entre oferta de animais terminados, ritmo de compras dos frigoríficos e escalas de abate relativamente confortáveis.

As cotações da arroba permaneceram nos mesmos patamares observados no fechamento anterior, sem alterações relevantes nas negociações do estado. Segundo agentes do setor, o fluxo de animais atende à demanda das indústrias, o que reduz movimentos mais agressivos de alta ou baixa no curto prazo.

As escalas de abate em São Paulo atendem, em média, oito dias úteis, cenário considerado confortável pelas indústrias frigoríficas.

Mato Grosso do Sul registra altas pontuais na arroba

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou movimentações positivas em algumas regiões pecuárias, especialmente diante da oferta mais curta de boiada pronta para abate e da demanda firme dos frigoríficos.

Na praça de Três Lagoas, a cotação do boi gordo avançou R$ 2,00 por arroba. Já nas regiões de Dourados e Campo Grande, os preços permaneceram estáveis para os machos terminados.

Leia Também:  Paraná consolida posição como potência global na exportação de alimentos e bebidas em 2024

O mercado de fêmeas apresentou maior reação:

  • A novilha teve alta de R$ 3,00/@ em Dourados;
  • Em Campo Grande, o avanço foi de R$ 5,00/@;
  • Em Três Lagoas, os preços ficaram estáveis.

Para a vaca gorda, não houve alterações nas três principais praças monitoradas.

Outro destaque foi a valorização da arroba do “boi China”, que subiu R$ 1,00 no estado, sustentada pela demanda de plantas habilitadas à exportação para o mercado chinês.

Rondônia mantém preços firmes e pressão de baixa limitada

Na região Sudeste de Rondônia, o mercado permaneceu estável para todas as categorias de abate.

Segundo analistas do setor, a oferta de bovinos segue escalonada e organizada, evitando excesso de animais disponíveis. Com isso, a pressão baixista observada em outras regiões do país teve pouca intensidade no mercado local.

As escalas de abate dos frigoríficos rondonienses atendem, em média, sete dias úteis.

Exportações e consumo interno seguem no radar do pecuarista

O mercado do boi gordo continua atento ao desempenho das exportações brasileiras de carne bovina, principalmente para a China, além do comportamento do consumo interno no encerramento do mês.

Leia Também:  Nutrição estratégica de matrizes é chave para desempenho reprodutivo na pecuária de corte

Apesar da estabilidade predominante nas principais praças pecuárias, operadores do setor avaliam que a oferta de animais confinados e o ritmo das compras industriais serão decisivos para o comportamento da arroba nas próximas semanas.

Cenário do boi gordo no curto prazo

O mercado pecuário brasileiro encerra o mês com tendência de estabilidade, escalas relativamente confortáveis e negócios acontecendo de forma cautelosa. Em algumas regiões, especialmente onde a oferta de animais está mais restrita, frigoríficos seguem concedendo reajustes pontuais para garantir matéria-prima.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:

Deixe um comentário

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade