Lumar Costa da Silva, de 28 anos, teve novamente a prisão decretada pela Justiça de Mato Grosso na manhã desta segunda-feira (17), após agredir a ex-companheira, com quem manteve um relacionamento por seis anos e teve uma filha. Lumar ficou conhecido pelo crime brutal cometido em 2019, em Sorriso-MT, quando matou a própria tia e arrancou o coração dela.
A nova ordem de prisão foi expedida pelo juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto, da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, após o descumprimento das condições impostas e a notícia de seu envolvimento em um novo ato criminoso.
Segundo as informações, Lumar teria saído da casa do pai o que era proibido além de ter sido acusado de violência doméstica contra uma mulher.
Ele estava morando em Campinas (SP) desde junho deste ano, após ser liberado do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho, em Cuiabá. Lumar estava em liberdade desde julho deste ano. Mesmo tendo cometido um crime bárbaro, obteve liberdade em 2021 ao ser considerado inimputável condição aplicada à pessoa que, no momento do crime, não tem capacidade de entender o caráter ilícito do ato ou de agir conforme esse entendimento, devido a doença mental, desenvolvimento mental incompleto ou retardado, ou por ser menor de 18 anos. Nesses casos, em vez de pena, o indivíduo é submetido a medida de segurança, como tratamento psiquiátrico em regime de internação ou ambulatorial.
Relembre o caso:
Lumar foi preso em 2019 após desferir vários golpes de faca contra a tia. Depois que ela caiu ao chão, ele abriu o peito da vítima, retirou o coração e o entregou à filha dela. Posteriormente, a perícia revelou que Maria Zélia ainda estava viva no momento em que teve o órgão arrancado.



















