A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, em segunda votação, o projeto de lei que concede reajuste salarial real de 6,8% aos servidores do Poder Judiciário. A proposta recebeu 15 votos favoráveis, enquanto Beto 2 a 1 (União Brasil), Chico Guarnieri (PRD) e Valmir Moretto (Republicanos) votaram contra. O deputado Fábio Tardin (PSB) optou por se abster.
Tardin reassumiu sua cadeira nesta semana, após 30 dias de licença, período em que foi substituído pela suplente Marildes Ferreira (PSB). Ela deixou o Parlamento na última semana, encerrando seu mandato temporário.
Durante o mês em que esteve na Casa, Marildes apresentou projetos voltados às áreas social, segurança pública e defesa da mulher, além de requerimentos voltados a demandas regionais e melhorias de serviços públicos. As proposições continuam em análise nas comissões permanentes.
Nos bastidores, a saída de Marildes da Assembleia veio acompanhada de movimentações políticas. Informações de articulação interna apontam que ela teria se afastado do grupo do prefeito Max Russi e pode passar a fortalecer politicamente Fábio Tardin, que está em processo de saída do PSB e deve migrar para o Podemos.
O projeto de reajuste aprovado agora segue para sanção. De acordo com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o índice recompõe perdas salariais acumuladas dos servidores do Judiciário estadual.





















