Em Nova Iorque, ministra Márcia Lopes reforça compromisso do Brasil com a igualdade de gênero nos 30 anos da Conferência de Pequim

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, integra a comitiva presidencial em Nova York entre 22 e 24 de setembro, no contexto da 80ª Assembleia Geral da ONU. A agenda tem como ponto central a Reunião de Alto Nível pelos 30 anos da IV Conferência Mundial sobre a Mulher, no dia 22, que vai avaliar avanços, conquistas e desafios na implementação da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim – marco global para a igualdade de gênero desde 1995.

A agenda da ministra inclui também encontros preparatórios à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), reforçando o papel do Brasil na construção de uma agenda global de gênero e clima. Estarão em debate os impactos da mineração sobre as mulheres e as soluções que o país apresentará para integrar a perspectiva de gênero à agenda climática internacional. 

Também estão previstos debates e reuniões bilaterais que ampliam a cooperação do Brasil com governos e organismos internacionais em temas como igualdade de gênero, políticas de cuidados, saúde da mulher e governança global.

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No dia 23, Márcia Lopes participa do debate “Parcerias do Futuro: O Papel do Setor Privado no Avanço da Saúde da Mulher – Menopausa em destaque”, promovido pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Já em 24 de setembro, a ministra estará em dois eventos paralelos: pela manhã, no painel “O Impacto Ambiental sobre as Mulheres: Mineração no Brasil”, organizado pelo Instituto Por Elas; e, à tarde, na conferência “Criando pontes para liderança transformadora e democracia”, promovida pelo ECOSOC em parceria com o Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Sobre a Declaração de Pequim

Adotada por 189 países durante a IV Conferência Mundial sobre a Mulher – Ação para a Igualdade, o Desenvolvimento e a Paz, realizada em 1995 em Beijing, China, a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim é o principal marco global pelos direitos das mulheres. O documento estabeleceu 12 áreas críticas de ação, como o enfrentamento à violência de gênero, e segue como referência mundial na promoção da igualdade, orientando governos, ONU e sociedade civil na implementação de políticas para mulheres e meninas. 

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Fonte: Ministério das Mulheres

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