ESPERANÇA MANTIDA

Desacordo entre Amaggi e Impasa ainda não destrói sonho de usina de milho em Rondonópolis

Gcom

Uma informação bombástica circulou nos meios de comunicação e nos centros de poder e decisão em Rondonópolis na tarde desta terça-feira (14) e movimentou a cidade, deixando um misto de tristeza e decepção com a notícia do suposto desacordo comercial entre as gigantes Amaggi e Impasa, que haviam anunciado recentemente, a criação de uma Joint Venture para a construção de uma usina de etanol de milho na cidade de Rondonópolis, com valores aproximados de R$ 2,5 Bilhões em investimentos.

Por outro lado, rumores também não confirmados, davam conta de que apesar da suposta desistência da empresa Impasa, a Holding Amaggi, do mega empresário Blairo Maggi, ainda estaria disposta a levar adiante a planta de construção da usina, pelo menos aqui em Rondonópolis. Já que o projeto inicial da joint venture, era de serem construidas três unidades no estado.

Em Rondonópolis a notícia havia gerado muita expectativa, pois durante a construção da usina seriam gerados por volta de  2000 empregos diretos e,  para a operação da usina, 350 diretos.

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GRANDE EXPECTATIVA

Caso a Amaggi realmente leve adiante o projeto, a produção deverá contemplar etanol, DDGS (farelo de milho), óleo de milho e energia elétrica. A planta deverá processar 2 milhões de toneladas de milho e/ou outros cereais por ano, produzindo mais de 900 milhões de litros/ano de etanol, em torno de 560 mil ton/ano de DDGS e cerca de 36 milhões de litros de óleo.

A unidade em Rondonópolis, segundo o informado, ainda deverá cogerar energia elétrica, com capacidade excedente para venda ao sistema de distribuição. Para viabilizar essa industrialização, além do milho ou outros cereais como matéria prima, especialmente o sorgo, será demandada a biomassa (cavaco de eucalipto, principalmente) para a geração de vapor industrial, em quantidade suficiente para consumir cerca de 6 mil hectares/ano de eucalipto. Isso deve favorecer o aumento da produção de milho, sorgo e da cadeia de silvicultura.

Por outro lado, com a oferta local de DDGS, seria incentivado o avanço do setor pecuária através dos confinamentos bovinos, bem como o desenvolvimento da cadeia de suínos e aves. Isso deveria gerar ainda mais impulso para a indústria frigorífica local, tornando a cidade um polo de produção de proteína animal. Outra beneficiada será a cadeia de transporte e logística, que receberia demanda adicional para o transporte das matérias primas, insumos e dos produtos finais.

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No momento a expectativa geral é de que o desacordo comercial, não impeça a empresa Amaggi  de continuar sozinha ou com outros parceiros o projeto, mantendo o sonho de progresso e não ficando apenas na promessa e no papel, como a noticia sugeriu.

Com Informações da prefeitura.

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