PRESO FORÇA TÁTICA

Polícia identifica e prende estuprador de criança de 8 anos na Aldeia Tadarimana

O comandante DA 14 CIPM -Major PM, Valter Melescho, assim que tomou conhecimento do caso do estupro da criança indígena de 8 anos na Aldeia Tadarimana, encaminhou duas equipes comandadas pelo Sargento PM Tavares, que se dirigiu até o local, identificou e prendeu o suspeito que violentou a criança esta semana.

Uma enfermeira da CASAI(Casa de Apoio à Saúde Indígena) descobriu o caso da criança agredida para atendimento médico ainda na madrugada de hoje (5) por volta das 2h40, no Pronto Atendimento Infantil (PA Infantil) de Rondonópolis.

O caso tveve uma grande repercussão, assim que foi divulgado, e o comandante da Força Tática então enviou duas equipes de policiais até a aldeia, onde os policiais se encontraram com o Cacique que colaborou com a polícia indicando onde estaria o suspeito do abuso contra a menina.

Os policiais então foram até a casa indicada, localizaram e deram voz de prisão ao indivíduo, que num primeiro momento negou o crime de abuso.

No entanto ao chegar na Delegacia, o mesmo acabou admitindo que teria molestado a menina, mas não se lembrava de ter feito algo mais (estupro).

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No entanto a criança ao ser atendida no hospital ficou constatada a violação, com lacerações na região genital. A criança continua internada no PAzinho recebendo cuidados médicos e no período da tarde será encaminhada ao Instituto Médico Legal Para exames de Corpo Delito, que deverá configurar o crime de estupro de vulnerável na menina.

Os policiais repassaram que a menina falou sobre o caso, e que teria sido levada pelo amásio da avó a uma casa da aldeia onde foi abusada. Ela estava muito assustada e reclamava de que o suspeito, fez besteira com ela e a machucava nas partes íntimas, e ela não queria.

PENALIDADE

Para o caso de julgamento e condenação o praticante dessa modalidade criminosa: Estupro de Vulnerável, incurso no (Art. 217-A) – Conjunção carnal ou qualquer outro ato libidinoso com menor de 14 ano estará sujeito a penas mais severas de reclusão que variam de 4 a 10 anos, variando de acordo com a gravidade e a idade da vítima.

Ao ser checado, descobriu-se que o conduzido já tinha pelo menos duas passagens por ameaça e injúria em 2013 e 2014.

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